
Conciliar a rotina acelerada de trabalho com o cuidado da saúde mental sempre foi um desafio? Agora não precisa mais ser.
Se você trabalha ou circula pelo Centro Histórico de Porto Alegre, pode cuidar da sua mente logo após o expediente. Sem pressa, sem impactar sua agenda profissional e em um dos pontos mais tradicionais da cidade: na Galeria Chaves. Atendimentos presenciais focados em Psicanálise e Hipnoterapia Clássica para o tratamento de ansiedade, estresse, fobias e desenvolvimento pessoal.

HETPS
Aconselhamento
Muitas vezes, repetimos padrões de comportamento, sentimos dores que não sabemos explicar ou nos deparamos com barreiras invisíveis que nos impedem de avançar. Na abordagem analítica, entendemos que os sintomas atuais são manifestações de conteúdos inconscientes, marcas e histórias que precisam ser ouvidas e decifradas.
Escuta Analítica
O atendimento psicanalítico oferece um espaço de escuta analítica, estritamente confidencial e sem julgamentos morais. Através da palavra livre, você é convidado a investigar a sua própria história, ressignificar traumas e compreender a raiz dos seus conflitos.
Este processo é indicado para quem busca:
Compreender repetições dolorosas em relacionamentos ou no trabalho.
Investigar a origem da ansiedade, depressão, fobias e angústias.
Decifrar conflitos internos e conteúdos que parecem incompreensíveis.
Desenvolver autonomia e uma nova forma de se posicionar diante da vida.
Hipnoterapia
“Se você acha que hipnoterapia é como nos filmes — onde alguém balança um relógio, você dorme e começa a cacarejar como uma galinha —, eu preciso te contar a verdade.
A hipnoterapia clínica não tem nada a ver com perda de controle. Ela é uma técnica terapêutica.
Na sessão, nós apenas desaceleramos as suas ondas cerebrais através do relaxamento. É o mesmo estado de foco que você sente quando está imerso assistindo a um filme ou dirigindo no piloto automático.
A única diferença é que usamos esse foco para acessar o seu inconsciente e resolver, direto na raiz, aquela ansiedade, trauma, bloqueio ou medo que a sua mente consciente não consegue curar.
Você está sempre no controle. Que tal perder o medo e ganhar a sua liberdade emocional?
HETPS
O Labirinto do Vidro

Esta imagem é a materialização perfeita da janela da alma: um vitral clássico e imponente, onde a arquitetura de pedra e a escuridão do vidro traduzem visualmente o mistério da nossa mente. O grande arco de pedra firme e estruturado funciona como a nossa consciência. Ela é a moldura racional, a fachada social estável que tenta dar ordem, limite e segurança para o caos do mundo exterior. É aquilo que escolhemos mostrar ao navegarmos pelo dia a dia.
No entanto, o verdadeiro mistério começa onde a pedra dá lugar ao vidro, revelando que esta janela não é transparente; é um vitral clássico mergulhado na penumbra.
Essa imensa estrutura de ferro divide-se em linhas simétricas, tramas rígidas e padrões geométricos complexos. No escuro, esses desenhos assemelham-se a um labirinto impenetrável, que é a exata representação do inconsciente. Ele possui uma linguagem própria, cheia de símbolos repetitivos, defesas e travas que guardam os nossos maiores segredos. A escuridão profunda do vidro mostra que os nossos traumas, desejos reprimidos e medos esquecidos não estão acessíveis à primeira vista.
O inconsciente atua como esse filtro denso, obscurecendo o que está atrás da fachada. Ainda assim, um vitral clássico nunca é completamente cego, pois sua natureza foi feita para lidar com a luz. Note a pequena claridade que resiste no canto inferior e os sutis reflexos que sugerem a existência de algo vivo do outro lado. Ali habita a alma. A alma usa a própria opacidade do inconsciente para se proteger e, ao mesmo tempo, se expressar.
Quando o sol do autoconhecimento bate do lado de dentro, essa janela escura projeta cores magníficas no chão do nosso templo interno, transformando o que era apenas sombra em pura arte.
Esta imagem não serve para espiar o mundo lá fora, mas para nos convidar a entrar e decifrar a nossa própria imensidão.Visualizar mais
O Olho que Tudo Vê: A Claraboia do Inconsciente

Esta nova perspectiva revela que o vitral não é apenas uma janela lateral, mas um olho imponente no teto, observando tudo de cima. Essa claraboia circular assemelha-se a uma grande pupila arquitetônica, mudando completamente a dinâmica da nossa metáfora: o inconsciente não está mais apenas atrás de nós, mas nos monitora do topo do nosso próprio templo mental.
Ao contrário de uma janela comum pela qual escolhemos olhar, este vitral no teto funciona de forma inversa: é ele quem nos fita. As linhas de ferro convergem para um centro circular, criando o desenho exato de uma íris geométrica. Esse “olho que tudo vê” representa o inconsciente em sua forma mais vigilante. Ele testemunha cada passo, pensamento e escolha que fazemos na superfície da nossa rotina, mesmo que permaneça em silêncio.
A escuridão e os reflexos distorcidos no vidro apontam para o verdadeiro significado do desconhecido. Olhar para essa claraboia é como olhar para o céu em uma noite sem estrelas: sabemos que há uma imensidão lá fora, mas a nossa razão não consegue decifrá-la por completo.
O inconsciente abriga esse mistério vertical. Ele guarda aquilo que nos move a partir de cima — nossas intuições mais profundas, impulsos criativos e forças invisíveis que moldam o nosso destino sem o nosso consentimento consciente.
Por ser uma abertura no teto, a função dessa estrutura é receber a iluminação zenital — a luz que vem diretamente do topo.
No momento da foto, o vidro reflete a penumbra e o mistério, mas a sua própria existência prova que a mente humana possui uma abertura permanente para o infinito.
Compreender essa imagem é aceitar que somos constantemente observados pelas profundezas de nossa própria história, e que o autoconhecimento consiste em perder o medo de olhar de volta para esse grande olho geométrico.
O Olho do Teto
O teto me fita com cílios de ferro,
Uma íris geométrica, moldada em metal.
Não sou eu quem olho o abismo que encerro,
É o próprio mistério que me vigia do alto do portal.
No centro do arco, a pupila cinzenta
Não busca o horizonte, nem o mundo lá fora.
Ela engole a penumbra, sutil, violenta,
E marca o compasso de quem o inconsciente ignora.
São grades que travam o que a alma não diz,
Vidros opacos de um trauma esquecido.
Mas na linha perfeita que desenha a matriz,
Há um feixe de luz que não foi corrompido.
Olhar para o alto é aceitar o vigia,
Decifrar o enigma que a mente desenha.
Pois quem encara o teto na noite vazia,
Descobre que a própria sombra é a senha.
Depoimentos Anônimos do Inconsciente
“A psicanálise não muda o seu passado, mas altera o peso que ele tem no seu presente.”
“Olhar para o inconsciente não é um processo fácil, mas é o único caminho para a verdadeira liberdade subjetiva.”
“A análise não busca moldar o seu comportamento, mas libertar a sua singularidade. Permita-se escutar a si mesmo”
“Um espaço seguro, confidencial e focado no seu bem-estar.”
“Cuidar de você não é egoísmo, é necessidade”
